Musealização da Central Hidroelétrica do Caldeirão – Torres Novas //

Recolha de memórias e testemunhos dos trabalhadores
Continuamos a apresentar os testemunhos dos trabalhadores e operários da Central Hidroelétrica do Caldeirão. Neste processo de recolha, contámos com o testemunho do Sr. Vítor Pereira Nobre
«Sou natural do lugar de Casais das Hortas (Carreiro da Areia, concelho de Torres Novas), onde nasci em 1960. Poucos anos depois, com 5 anos, vim residir para a cidade com os meus pais, onde fiz o ensino primário e preparatório. Depois, ainda muito jovem, com apenas 14 anos, fui admitido na Central, e entrei para o Caldeirão a 1/7/74, como aprendiz auxiliar onde desenvolvi toda a minha atividade profissional, até chegar a eletricista oficial. Recordar a Central do Caldeirão, para mim, é recordar uma vivência de vida, uma aprendizagem, mas não é uma saudade.

"Eros"

Escultura em mármore, proveniente do sítio arqueológico de Villa Cardilío, patente na área dedicada ao período romano no núcleo de arqueologia do nosso museu.

56 anos do assassinato do torrejano General Humberto Delgado

A extraordinária mobilização popular proporcionada pela candidatura de Humberto Delgado à presidência da República em 1958 provoca um abalo no regime, um aviso que Salazar não deixa passar em claro.

O rescaldo das eleições proporciona alguns movimentos grevistas e de protesto assim como a organização de estruturas oposicionistas, como o Movimento Nacional Independente, do qual Humberto Delgado fora chefe.

Na sequência da organização da vinda a Portugal do deputado trabalhista e fundador do Serviço Nacional de Saúde Britânico Aneurin Bevan, em 1958, que resultou na prisão de António Sérgio, Jaime Cortesão, Mário de Azevedo Gomes e Vieira de Almeida, Delgado foi alvo de um processo disciplinar, o que o leva a refugiar-se e pedir asilo político na Embaixada do Brasil em 1959.
No exílio, Delgado estabelece contactos com os oposicionistas portugueses do exterior e com o governo republicano espanhol exilado, bem como participa e assume responsabilidades políticas nas acções da tomada do navio Santa Maria (1961) e no assalto ao quartel de Beja (1961-2), para o qual entra clandestinamente em Portugal.

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