A Nazaré é de há muito um dos destinos de férias preferidos dos torrejanos. Basta lá ir dar um passeio e facilmente encontramos na rua pessoas conhecidas, vizinhos, amigos, caras que nos são familiares. Ainda hoje se mantém a tradição destas praias, as mais próximas, à distância de cerca de uma hora de caminho, de carro, claro. Seja para os banhos de sol e de mar, no verão, ou para as ondas da Praia do Norte, no inverno, ou apenas para uns petiscos nas esplanadas ou uma bela caldeirada, não se lhe consegue ficar indiferente.
Folheámos um jornal antigo e lá vinham as referências: «Partiu para a Nazaré, acompanhado de sua família, o sr. Raúl de Oliveira Estrêla, cirurgião-dentista desta vila» ou «Encontra-se na praia da Nazaré a família do sr. Carlos Carvalho.» [O Torrejano, n.º 34, p. 2, 20 agosto de 1916].
A Nazaré era, e continua a ser, terra de pescadores. Na imagem vê-se o resultado de um dia bom, no mar. Nem chapéus de sol, nem barracas riscadas, apenas o produto da faina, de um modo de vida livre e aventuroso, duro e arriscado, sempre dependente dos humores da
natureza.
Fotografia de Cipriano Trincão (1874-1933), princípio do século XX, Arquivo Municipal de
Torres Novas (PT/TNV/P/CT/ARQFOT/M1/CX3/img006)

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