No âmbito da sua primeira exposição a solo, a artista Joana Falcão irá apresentar uma performance inédita intitulada "Becoming".

Data: 27/2/2019
Hora: 18h00
Local: Convento do Carmo

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Em "Sem verso não há face", Joana Falcão revisita as suas obras anteriores, muitas explorando a materialidade do trauma enquanto meio de exploração artística, e que agora se encontram reunidas nesta exposição com intuito de provocar uma reflexão sobre conceitos dicotómicos, como interior e exterior, físico e psicológico, entre outros. Para tal, Joana Falcão recorre à escultura, fotografia e performance, numa tentativa de esbater o limiar entre noções que, à primeira vista, se diriam conflituosas entre si, apenas para mais tarde revelarem a sua complementaridade.

Joana Falcão, nascida em 1992 e oriunda de Matosinhos, vive e trabalha no Porto. Estudou Escultura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade do Porto. Sendo uma artista bastante eclética em termos de materiais utilizados, o seu trabalho vai desde a escultura de mármore à instalação, da performance à fotografia. Expõe regularmente desde 2015 em contextos coletivos como THE ANTI ART FAIR, Creative Debuts (Reino Unido), Sofia Underground International Performance Art Festival, Sofia Arsenal Museu de Arte Contemporânea (Bulgária), SERRALVES EM FESTA!, pelo Grupo Sintoma. Performance, Investigação e Experimentação, Museu de Arte Contemporânea de Serralves (Portugal), CONSCIOUSNESS - Festival Internacional ANIMA MUNDI (Itália), entre outros.

Seguindo a nova aposta do município em artistas emergentes, David Gonçalves apresenta-nos a sua obra, uma série de 23 fotografias, em que desenvolve uma crítica social e política perante um cenário constituído por ruínas e destroços, que instigam o visitante a mergulhar numa interpretação muito própria sobre a imagem com a qual é confrontado. 
Segundo o artista, Umbra descreve-se nas seguintes palavras: “cada imagem assemelha-se perigosamente a um disparo de arma, ninguém viu ou ouviu. um sussurro sobre a finitude, um segredo por revelar. a lembrança do tempo suspenso, existir sem ontem, sem amanhã. a proximidade da verdade traduz-se no exílio do olhar, vislumbrar o medo do homem e o abandono do mundo. atrasar a sombra no deslumbramento da ruína. nada há de sublime na queda. nenhum caminho de volta porque é preciso alcançar o ponto do qual não há retorno. entre a contemplação e a ação, a revelação das coisas corrompidas. a repetição do massacre num tempo impensável. nenhum lugar para o choro e o medo em todas as circunstâncias. fotografar para salvar aquilo que (ainda) irá morrer.”
Para além de fotógrafo e curador, David Gonçalves é doutorando em Ciências da Arte na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Conta com exposições coletivas no “Projecto shair” (2014 e 2015), no Festival Condomínio (2014) e na 5.ª Bienal de Arte Contemporânea de Dédale (2018), entre outras, e com exposições individuais no EKA Palace em Lisboa (2015), na Galeria Cossoul (2015) e no Espaço AZ (2018).

A exposição é inaugurada no próximo dia 16 de fevereiro, pelas 16 horas, e estará patente na galeria de exposições temporárias do Museu Municipal Carlos Reis até 14 de abril.
Horário: 3.ª a 6.ª feira – 9h-12h30 e 14h-17h30 
Sábados e domingos - 14h-17h30
Encerra às 2ªs feiras e feriados
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