CONCERTO NA CAPELA DO MUSEU
“GASPAR FERNANDES E OS ANOS DE OURO DA POLIFONIA RENASCENTISTA PORTUGUESA”
Com Susana Gaspar, Isabel Torres, Carlos Reis, Pedro Barbosa
Integrado no programa Conversas com Música no Museu
 
Conversas com Música no Museu
Lembranças desta tarde no passado domingo.

 
No passado dia 22 de Março foi o dia mundial da água, partilhamos convosco algumas observações/respostas fantásticas sobre este tema, resultantes da atividade "Por este rio acima" a partir da exposição Monda Sonora:
“a água não é viva porque ela pode viver e morrer, mas não se reproduz”
“a água é viva porque dá vida e tem seres vivos”
“a água é viva porque não tem princípio, meio e fim”
“a água não é viva porque não tem consciência”
“no início só havia água no planeta Terra, e água é viva porque deu vida”
“a água também tira a vida”
“a água é toda a mesma porque está ligada pelo ciclo da água e pode acabar”
“a água não é toda a mesma porque há água salgada, doce, potável, poluída, com cloro”
“a água não é só uma porque se transforma”
“a água tem filhos: são as gotas de água! E os rios são filhos do mar”

 
Domingo, vamos finalmente voltar a ter o Conversas com Música no Museu, programa que fora interrompido devido à pandemia.
Luzia Rocha, musicóloga (CESEM-Universidade Nova de Lisboa), volta ao museu para nos guiar, através da música, em visitas diferentes, curiosas e especiais.
Além da conversa, este domingo, o museu oferece a todos os participantes no "Conversas" e aos visitantes dessa tarde a possibilidade de assistirem a um recital de polifonia de compositores renascentistas portugueses.
As entradas são gratuitas e não é preciso marcação.
Conversas com Música no Museu // Domingo, 16h // MMCR

 
Já vos dissemos que vamos abrir a exposição "José Vassalo. Um mausoléu singular" no próximo sábado. Mas quem é que sabe quem é o artista José Vassalo e porque é que está patente na coleção do museu de Torres Novas?
José Vieira Vassalo Pereira era doutor em Matemática pela Universidade de Paris e professor catedrático de Física da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. Em 1981, José Vassalo passou a dedicar grande parte da sua vida também à pintura no seu “atelier” da Quinta de Santo António, em Rio de Mouro, onde residiu até à data da sua morte em 2016. Poucos sabiam da sua produção plástica cujos temas dominantes são as "paisagens", os "retratos", "músicos", "cavalos e cavaleiros" e "clássicos revisitados".

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