São antigas as relações comerciais entre a antiga vila da Pederneira, onde residia a comunidade piscatória da actual Nazaré, e Torres Novas. Já na idade média o peixe vinha daquela praia para o mercado de Torres Novas, como se pode constatar nos “Costumes de Torres Novas”, documento do século XIV. Com o início das práticas balneares, em finais do século XIX, a Nazaré passou a ser o destino privilegiado dos torrejanos para o passeio anual a ver o mar, geralmente em Setembro. Passeios de um dia apenas, para a maioria das pessoas: só os mais abonados, uma ínfima elite, possuía meios para passar uns dias nas pensões que então nasciam praticamente junto à linha do mar.

 
O verão proporciona esta pré-disposição para procurar o divertimento, sobretudo no mês de agosto, em que grande parte das pessoas se encontra em merecido gozo de férias.
Seria certamente assim em 1969. Em Torres Novas, como em todo o país, enchiam-se salas de cinema com dimensões dez vezes maiores do que os pequenos estúdios onde hoje é possível ver um filme fora de casa. Era assim o velho Virgínia e diz quem se lembra que chegava mesmo a esgotar. Aqui se dá a conhecer, para memória dos tempos, um folheto com a divulgação de uma sessão cinematográfica anunciada para o dia 21 de agosto de 1969. Era um filme inglês, uma comédia, como é próprio da época estival.

 
 
Uma das mais emblemáticas obras de Carlos Reis é a pintura “A Feira”. Data de 1910 e integra desde 1911 o acervo do Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado, por transferência da Academia Nacional de Belas Artes.
Deu entrada no museu no período em que era Carlos Reis o diretor, cargo que exerceu entre 1911 e 1914.
Esta obra veio substituir quadro ”Pôr do sol”, perdido em 1901 no naufrágio do vapor Saint-André, que transportava parte das obras de arte expostas na Exposição Universal de Paris, 1900.
“A Feira”
óleo sobre tela
400x280 cm

 
Portugal atravessa um período de seca desde janeiro, no último mês de julho via 55,5% do seu território em seca severa e o restante em seca extrema, Torres Novas apresenta a mesma realidade.
A disponibilidade de água sempre foi fundamental da descrição de um território, nas Memórias Paroquiais de 1758 narrava-nos o prior de Alqueidão da Serra, Antonio Antunez de Mello: “Todos os lugares desta freguesia são muito abundantes de agoa de fontes.

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