Uma exposição, uma viagem. ESTE NOSSO PEQUENO MUNDO, no Museu Municipal de Torres Novas.

A pretexto  dos 30 anos da cidade de Torres Novas, partimos à descoberta de cidadãos de sete cidades do mundo.

Cada um fala de si e da sua cidade e todos se encontram na galeria de exposições do Museu Municipal Carlos Reis de Torres Novas: “Cidade minha, cidades nossas” é uma breve viagem a este nosso pequeno e imenso mundo.

Esta exposição não é sobre Torres Novas, é um trabalho de recolha sobre “o que é viver em cidades”, a partir dos testemunhos de gente de cá e gente de fora. Os técnicos do Gabinete de Estudos e Planeamento Editorial do Município de Torres Novas foram ao encontro de sete cidadãos de sete cidades do mundo, sendo uma delas Torres Novas. Os entrevistados deram as suas opiniões sobre as cidades onde vivem e as suas sensibilidades e gostos sobre os “seus lugares” dentro da sua urbe. Resultado, uma panóplia de sensações, gostos e desgostos sobre cidades e sobre vivências de gente tão diferente e tão igual.

Uma viagem sem rumo certo, à procura de um sentido para a vida nestes lugares feitos de gente. Até ao dia 6 de setembro, poderá viajar de Torres Novas a Díli, de Tel Aviv a Cimișlia, ir até São José do Rio Preto, passar em Midelburgo e descobrir Gourcy sem pagar bilhete, sem atrasos nos transportes, sem levar bagagem, é só entrar no museu de Torres Novas, descer até à galeria das temporárias e desfrutar da música e da poesia, cenários para os sentidos dos viajantes-visitantes deste nosso museu, deste nosso pequeno mundo.

O Museu Municipal Carlos Reis e o Gabinete de Estudos e Planeamento Editorial do Município de Torres Novas agradecem a colaboração de Ermelinda Marques Caetano, Carlos Leitão Carreira, Danny Roder, Svetlana Chiten, Annibal Gonçalves Villafanha, Susana Duarte Marques e Rose Porgo; sem a participação destes intervenientes não seria possível a concretização desta exposição.

Exposição de pintura e cerâmica do pintor torrejano Luís Rodrigues, de 03/10/2015 a 06/12/2015.

«Return Home» é o regresso a casa do artista, celebrado através de uma grande exposição de pintura e cerâmica. ...

Com um trabalho reconhecido pela crítica nacional e internacional, a pintura de Luís Rodrigues é uma provocação ao imaginário do público, plena de ritmo, vibrações, cor e emoções fortes. 


Nascido em Torres Novas, em 1948, todo o seu percurso artístico foi passado em França, para onde foi viver em 1967. Luís Bretes Rodrigues lecionou na Escola de Artes Plásticas de Savigny sur Orge, entre 1990 e 2008, e as suas primeiras exposições nacionais e internacionais tiveram lugar nos anos 70 e 80. O artista plástico tem trabalhado nos últimos três anos sobre temas que marcaram a sua infância: as praias da Nazaré e os ciprestes de Torres Novas, declinados em pinturas de grande formato, em obras sobre papel e em peças de cerâmica.


Para 2016, prevê-se uma exposição no centro cultural de Ormesson-sur-Marne, nos arredores de Paris, três exposições em Lisboa e uma em Cascais.

Além de França, Luís Rodrigues já expôs na Alemanha, Canadá, Estados Unidos, Bulgária e Portugal, estando presente em coleções particulares na Alemanha, Argélia, Bélgica, Espanha, França, Itália, Suíça, Portugal, Líbano e Estados Unidos.

O artista estará em Torres Novas durante o mês de setembro para acompanhar a montagem da exposição.

Resgatando a essência que provém dos materiais e da sua diversidade, Jorge Araújo utiliza, nas suas criações, materiais tradicionais (resina, cerâmica, ferro, rendas) que ganham novos efeitos com codificações, descontextualizações, sensações, emoções extraordinariamente diferentes relativamente ao que é o estereótipo do uso da essência desses materiais.

A memória é uma combinação de emoções, sensações, um cruzamento de história. Havendo entre memórias não só histórias mas espaços em branco. 

Para o artista a memória é um elemento importante na sua formação e construção de identidade. Querendo marcar o espectador com uma carga emotiva forte, com formas e estruturas diferentes de uma ousadia dinêmica e força interior. J. Araújo narra as estórias das memórias desde a sua infância a partir dos objetos incorporados na pintura e escultura, acreditando que as suas obras mostram a materialidade do "objectivo vivo" e apresentam a sua Força.

Em exposição na galeria de exposições temporárias do museu de 30 de abril a 22 de Maio.

Calendário

Outros sites

Biblioteca Municipal Gustavo Pinto Lopes Ano Europeu do Património Cultural