Decorreu na passada sexta-feira no nosso museu, a montagem da exposição “Museu na Aldeia | Pena e Casal da Pena vai ao Museu Municipal Carlos Reis”.

Chegámos assim à fase final do projeto “Museu na Aldeia”. Mais do que levar as comunidades a conhecer os locais e espaços museológicos dos quais ouviram falar através da peça que receberam, esta etapa serve, principalmente, para integrar as comunidades nos respetivos Museus. Ao visitar o museu, cada comunidade irá, para além de reencontrar a peça na qual se inspirou, assistir à inauguração da sua própria obra e observá-la como parte integrante de uma exposição, em conjunto com registos fotográficos e alguns objetos pessoais doados temporariamente à mesma.


A Aldeia de Pena e Casal da Pena (Torres Novas) será a próxima comunidade a realizar a inauguração da sua própria exposição, a decorrer no dia 25 de janeiro de 2022 (terça-feira), no Museu Municipal Carlos Reis (Torres Novas). A obra de cocriação feita pela comunidade de Pena e Casal da Pena teve como inspiração a Coroa do Espírito Santo, que integrou a exposição itinerante do Museu Damião de Góis e das Vítimas da Inquisição (Alenquer). O carácter religioso desta peça, bem como a sua associação ao divino, levou a que o processo criativo da comunidade se focasse na luz enquanto fonte de vida e na sua consequente transformação representativa em formatos de arte.

Assim, a comunidade aceitou o desafio da equipa SAMP e das equipas dos museus envolvidos, e esta cocriação vai agora configurar como parte de uma exposição fotográfica no nosso museu, onde estará patente de 26 de janeiro a 27 de março de 2022. A exposição transitará posteriormente para o Município de Alenquer, onde passará a estar patente a partir do mês de maio, em data ainda a definir.

Reforçando o carácter integrativo do projeto, cada sessão de apresentação da obra será acompanhada de vários momentos artísticos. Visando uma representação interativa e dinâmica do próprio Museu, as performances terão características únicas que permitirão representar de forma personalizada cada instituição e a respetiva aldeia por meio da música e da dança. Os idosos estarão sempre integrados na própria atuação, não apenas como espectadores, mas sendo eles próprios convidados a participar em momentos chave da performance.

Este momento final de cada sessão é reservado às comunidades e às instituições, para que possam celebrar em conjunto a exibição das novas peças em exposição e a sua representatividade. As obras das comunidades permanecerão cá, ficando disponíveis para visita como parte de uma exposição temporária. As Aldeias, deixam assim, a sua marca no Museu, tal como o próprio o fez numa primeira instância.

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